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Coleta do Censo Demográfico atrasa e deve terminar em dezembro, diz IBGE
A coleta das informações do Censo Demográfico 2022 tem atraso e só deve ser concluída no início de dezembro, indicou nesta segunda-feira (3) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As entrevistas começaram em 1º de agosto. O órgão planejava o término para outubro, mas vem enfrentando dificuldades para preencher o quadro de recenseadores, que são os responsáveis pela aplicação dos questionários. O problema forçou a revisão no prazo estimado para a conclusão dos trabalhos, segundo o IBGE. O instituto afirmou que conta com 95,4 mil recenseadores em ação no país, o equivalente a apenas 52,2% do total de postos disponíveis. O número de contratados já ultrapassou 140 mil, mas uma parcela deles não está em campo devido a diferentes razões, como desistências ou não renovação dos vínculos por parte do instituto.
Rússia evita delimitar fronteiras já anexadas após novas derrotas na Ucrânia
Em uma sinalização de que a pressão no campo de batalha se faz sentir no mundo ideal desenhado pelo Kremlin, o governo da Rússia afirmou nesta segunda-feira (3) que não sabe quais são as fronteiras das quatro regiões que declarou anexadas na sexta-feira (30). “Nós vamos continuar a nos consultar com as pessoas que vivem nessas áreas”, afirmou o porta-voz Dmitri Peskov, ao ser questionado por um repórter acerca do status das duas áreas anexadas do sul ucraniano, Kherson e Zaporíjia. Na primeira, o domínio russo é quase total, mas nesta segundafeira (3) as autoridades de ocupação afirmaram que houve um avanço de dezenas de quilômetros por uma coluna blindada ucraniana junto ao rio Dnieper. Kiev não confirmou em detalhes, mas o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, disse ter reconquistado algumas vilas na região.
Ao menos 133 pessoas morreram no Irã após atos por Mahsa Amini, diz ONG
Ao menos 133 pessoas morreram no Irã como consequência da repressão às manifestações que começaram após a morte da jovem Mahsa Amini, segundo informou neste domingo (2) a Direitos Humanos do Irã, ONG com sede na Noruega. “A comunidade internacional tem o direito de investigar e de impedir que outros crimes sejam cometidos”, declarou Mahmud AmiryMoghaddam, diretor da instituição. Também neste domingo, parlamentares iranianos gritaram “obrigado, polícia” em uma demonstração de apoio ao regime. No dia 13, Amini foi levada para a delegacia pela polícia moral por supostamente não usar o véu islâmico como dita a regra local.

