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 Prédio incendiado  • Petrobras  • Anestesista 

(Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

PRÉDIO INCENDIADO

Começou nesta segunda-feira (18) a limpeza e a retirada de materiais queimados da parte interna do edifício incendiado na Rua Barão de Duprat, na região da Rua 25 de Março, conhecida pelo comércio popular em São Paulo. A preparação para a demolição do prédio começou no sábado (16). De acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb), os trabalhos de iluminação interna também tiveram início nesta segunda. Até o próximo fim de semana será feita a instalação da tela de segurança na lateral esquerda do prédio. A prefeitura informou que duas lojas próximas ao edifício incendiado na Rua Comendador Abdo Schahin, entre os números 70 e 102, seguem interditadas preventivamente. 

PETROBRAS

O conselho de administração da Petrobras acatou parecer de comitê interno da estatal e manteve a rejeição a dois dos oito indicados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) a renovação do colegiado. A decisão de levar ou não os nomes à votação agora é da União. Em reunião nesta segunda-feira (18), o conselho da estatal agendou para 19 de agosto a assembleia que vai eleger os novos nomes do colegiado, parte do esforço do governo para reduzir resistências a intervenções políticas na companhia. Na última quinta (14), o Comitê de Elegibilidade da empresa avaliou que Jhonatas Assunção e Ricardo Soriano receberam pareceres negativos. O primeiro é o número dois do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e o segundo, procurador-geral da Fazenda Nacional.

ANESTESISTA

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro encontrou falhas nos protocolos adotados no Hospital da Mulher Heloneida Studart, onde o anestesista Giovanni Bezerra, 31, foi preso após ser flagrado estuprando uma paciente durante uma cesárea. Em vistoria realizada na última quinta, o órgão identificou problemas no preenchimento do livro no qual são registradas informações sobre as cirurgias e no armazenamento da documentação das pacientes. Segundo a defensora Thaísa Guerreiro, os dados são anotados no livro meses após os procedimentos, “extraídos de fichas soltas de papel que não garantem a segurança das informações”.

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