O ministro aponta que devem ser informados gastos, eventuais diárias pagas e também a agenda realizada
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta sexta que o Palácio do Planalto explique em cinco dias as condições oficiais de participação de Carlos Bolsonaro, filho do presidente, na comitiva presidencial que viajou à Rússia.
O ministro aponta que devem ser informados gastos, eventuais diárias pagas e também a agenda realizada. Carlos é vereador do município do Rio de Janeiro, filiado ao Republicanos. Moraes também ordenou que a Câmara carioca informe sobre eventual licença oficial para que o político fizesse a viagem.
A decisão de Alexandre de Moraes atende a um pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) a respeito da presença de Carlos e do assessor Tércio Arnaud – líder do chamado “gabinete do ódio”- na viagem que o presidente fez a Moscou entre os dias 14 e 16 deste mês.

