Nos últimos dias, nomes como os de Jorge Jesus, Paulo Fonseca e Vitor Pereira, todos portugueses, foram contatados por intermediários e trataram da possibilidade de dirigir o Timão
Nos últimos dias, nomes como os de Jorge Jesus, Paulo Fonseca e Vitor Pereira, todos portugueses, foram contatados por intermediários e trataram da possibilidade de dirigir o Timão.
Visto como plano A inicialmente, Jorge Jesus não topará trabalhar antes de maio. Demitido do Benfica em dezembro, ele recebe um valor de R$ 1,8 milhão por mês do ex-clube e terá pagamento interrompido caso feche com outra equipe. Assim, não considera voltar ao mercado tão cedo.
Paulo Fonseca, ex-Roma, e Vitor Pereira, ex-Porto, também foram nomes avaliados, mas o Timão tem encontrado dificuldade para convencer treinadores europeus de que um projeto no Brasil seja positivo neste momento. O clube conta com alguns empresários como interlocutores, caso de Giuliano Bertolucci.
Neste momento, o Corinthians não contará com o aporte da Taunsa, empresa que bancou a contratação de Paulinho e que vai patrocinar a chegada de um centroavante, para anunciar um treinador de nome. Assim, usará recursos próprios na contratação.
Na noite de segunda-feira, o iraniano Kia Joorabchian disse considerar difícil o aceite de Vitor Pereira no Corinthians e fez uma análise sobre o mercado de técnicos em nível internacional. “Hoje não é fácil. O mundo inteiro está com falta de treinadores, precisamos da próxima geração para crescer, nada a ver com o Brasil. É um problema geral”, disse.
O Corinthians volta a campo nesta quinta-feira (10), contra o Mirassol, em Itaquera, às 21h30, sob o comando do interino Fernando Lázaro.

