Baep apreende 2,4 toneladas de drogas

Batalhão Especial, inaugurado em 2019 na região, apresenta números positivos de combate ao crime  

Drogas | Batalhão apreendeu 2,4 toneladas em 2 anos (Foto: Divulgação)

BAEP | 10º Batalhão atua em 52 cidades da região (Foto: Divulgação)

O 10º Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia) completou em dezembro dois anos de operações na região. Sediado em Piracicaba, mas com atuação em 52 cidades (entre elas Americana, Santa Bárbara, Sumaré e Hortolândia), o batalhão registrou nesses primeiros 24 meses a prisão de 789 pessoas, além da apreensão de 119 armas e mais de 2,4 toneladas de drogas, como crack, cocaína e maconha.

Entre as ocorrências que mais repercutiram no segundo ano de atuação do 10º Baep estão a apreensão de 360 tabletes de cocaína em Limeira, apreensão de 759 tijolos de maconha e quatro reboques roubados com uma carga de óleo automotivo avaliada em R$ 230 mil em Piracicaba, uma grande apreensão de 134 tijolos de crack em Santa Bárbara dOeste, além da apreensão, em Hortolândia, de diversas armas usadas em roubos a banco.

A unidade especializada opera de forma semelhante aos padrões do patrulhamento de Choque na área do CPI-9 (Comando de Policiamento do Interior 9). Os policiais do Baep são responsáveis por operações especiais, como ações táticas de policiamento preventivo e ostensivo e de controle de distúrbios civis, além do policiamento com cães.

O Baep de Piracicaba é um dos batalhões padrão Choque, criado pela atuação gestão do governo paulista. Também há duas unidades na Capital, duas na Grande São Paulo, além das cidades de São José dos Campos, Campinas, Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto, Santos, Sorocaba, Presidente Prudente e Araçatuba. Até 2018, eram apenas cinco Baeps em todo o estado.

O canil do 10º Baep conta 12 cães farejadores e as atividades desempenhadas com apoio do dos animais figuram entre as de maior destaque no combate à criminalidade.

Os cachorros têm se tornado grandes parceiros do efetivo da PM do Estado de São Paulo há mais de 60 anos. Eles são utilizados como uma ferramenta de menor potencial ofensivo, em ocorrências em que o policial precisa usar a força física, e no apoio em ocorrências que o policial não conseguiria localizar entorpecentes ou explosivos a olho nu, já que possuem muita agilidade em detecção e excelência em dissuasão e contenção. 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *