A família de Maradona costuma se manifestar nas redes sociais, mas ainda não se pronunciou sobre a criptomoeda.
Dias após a morte de Diego Armando Maradona, em 25 de novembro do ano passado, surgiu a ideia na Argentina de criar uma moeda de 10 mil pesos (R$ 578 no câmbio atual) com o rosto do jogador. O plano de eternizar o lendário craque com seu rosto em uma nota não foi adiante, mas hoje, quando ele completaria 61 anos, estreará no mercado uma nova criptomoeda, o maradólar, sob a sigla MDB.
A homenagem, no entanto, não agradou a todos. O advogado Matías Morla, responsável por administrar a imagem de Diego após sua morte, chamou o lançamento de “fraude” e reclamou do uso indevido da figura e do nome de seu ex-cliente. Morla está em guerra também com Dalma e Giannina, filhas do camisa 10 com Claudia Villafañe, que contestam na Justiça o suposto direito adquirido por ele.
A família de Maradona costuma se manifestar nas redes sociais, mas ainda não se pronunciou sobre a criptomoeda.

