Arte em movimento

O projeto “Corpos Em Quarentena”, do Sesc Campinas, traz, esta semana, os artistas Cibele Ribeiro e Alejandro Muniz. A proposta é construir um pequeno mosaico virtual composto pelas performances, memórias e reflexões dos e das artistas das artes cênicas de Campinas sobre o período atual, tão peculiar de nossa história. Os lançamentos acontecem no canal youtube.com/sesccampinas, sempre às terças, quintas e sábados, às 20h.

Cibele Ribeiro se apresenta na Dança, nesta quinta-feira (27), e Alejandro Muniz, na Linguagem de Circo, no sábado (29). Cibele é bailarina, improvisadora, coreógrafa, diretora artística, pesquisadora e educadora do movimento. Alejandro é comunicador, ator e mágico.

Ao longo do projeto, encenadores do teatro, dança e circo de Campinas foram provocados a criar registros performáticos e depoimentos inspirados no contexto de isolamento social que estão atravessando. Pequenos experimentos nos quais cada artista exprime suas sensações diante do novo contexto valendo-se de sua principal matéria prima, o próprio corpo. Ao final de todo o projeto, previsto para outubro, terão sido lançados 30 vídeos inéditos e realizados dentro do contexto pandêmico que se encontra a cultura campineira.

A proposta do projeto foi convidar artistas da cidade (de Dança, Circo ou Teatro), para que registrassem, de suas casas e com seus próprios equipamentos, momentos inspirados no cenário sem precedentes que estão vivenciando enquanto criadores artísticos. O projeto é composto por 30 vídeos, que ficarão armazenados no canal do YouTube.

“Artistas da cidade foram provocados a registrar, de suas casas e com seus próprios equipamentos, cenas curtas, performances, coreografias ou números inspirados pelo momento sem precedentes que estão vivenciando enquanto criadores artísticos”, revela Thiago Aoki, técnico de programação de Dança e Tecnologias e Artes do Sesc Campinas.

Um pequeno experimento no qual cada artista exprimirá suas sensações diante da nova conjuntura valendo-se de sua principal matéria prima: o próprio corpo. Em um segundo momento, os artistas foram convidados a compartilhar algumas reflexões que emergem dessa nova condição, revisitando suas trajetórias para relatar como os seus processos criativos e o próprio modo de produção artística foram afetados

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