CEI é encerrada sem consenso em SB

 A CEI (Comissão Especial de Inquérito) da Progressão de Carreira foi encerrada na última semana sem consenso entre relatora, a vereadora Kátia Ferrarri (PV), e o presidente, Eliel Miranda (PSD)

(Foto: Reprodução)

Aberta no início do ano passado na Câmara de Santa Bárbara d’Oeste para apurar possíveis irregularidades na concessão de progressão de carreira de servidores públicos municipais da cidade, a CEI (Comissão Especial de Inquérito) da Progressão de Carreira foi encerrada na última semana sem consenso entre relatora, a vereadora Kátia Ferrarri (PV), e o presidente, Eliel Miranda (PSD).

Prorrogada em duas ocasiões por 90 dias, em junho e outubro do ano passado, a CEI teria o encerramento adiado por mais uma vez, se dependesse da intenção de Miranda, mas o parlamentar não conseguiu o número de assinaturas suficientes para protocolar o pedido a tempo.

O relatório elaborado por Kátia sugere que as progressões passem a ser acompanhadas por uma comissão especial e pelo sindicato da categoria, bem como que seja efetuado o controle de ponto de forma eficaz para evitar problemas com a avaliação de assiduidade, para não prejudicar o cálculo. A relatora pede ainda que sejam realizados cursos de capacitação dentro da Administração, visando a progressão dos servidores.

Miranda afirma que discorda da conclusão apresentada pela relatora e deve consultar a Mesa Diretora da Câmara sobre o documento, uma vez que, segundo ele, precisaria ser votado entre os membros da comissão para ser apresentada. Ele diz ainda que pretende elaborar um relatório paralelo e apresentar em separado. “Pretendo apresentar um outro relatório em separado que deve ser enviado ao Ministério Público. Precisaríamos de mais tempo para analisar alguns pontos”, diz o presidente da CEI.

Proposta por Miranda e aberta com as assinaturas dele, e dos vereadores Arnaldo Alves (PSD), Nilson Araujo (PSD), Felipe Corá (Patriota), Elton Cazaretti, o Tikinho TK (PSD), Isac Sorrillo (Republicanos), Celso Ávila (PV), Carlos Fontes (PSL) e Esther Moraes (PL), a comissão apurou os motivos pelos quais as progressões horizontais e verticais dos servidores não estariam sendo cumpridas pela prefeitura, que alegava impossibilidade para não descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

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